Esta expressão popular é a mais pura verdade, segundo especialistas e terapeutas que trabalham com a Microfisioterapia.

O ponto central da Microfisioterapia é a informação. Por informação devemos entender percepção do ambiente interior ou exterior que leve a uma reação corporal ou mental. Nosso organismo recebe inúmeras informações o tempo todo e é levado a lidar com elas, que muitas vezes podem representar perigo, levando o corpo a se defender. Se isso, por algum motivo não acontece, a informação agressora pode se instalar no corpo. É neste momento que a técnica, através da micropalpação encontra o rastro dessa cicatriz e atua para que o corpo possa eliminá-la.

Criada pelos fisioterapeutas e osteopatas  Daniel Grosjean e Patrice Benini,  em 1970, na França, a microfisioterapia se baseia cientificamente na embriologia, ontogenia, filogenética e anatomia.Do ponto de vista da embriologia nosso cérebro e nossa pele estão conectados. Eles fazem parte do mesmo tecido.  A pele possui receptores compartilhados com o  sistema nervoso central, por isso o toque tem poder na modulação do cérebro e pode reequilibrar e restaurar o organismo.

Nossas células são como um mapa que identifica nossas experiências, traumas, marcas positivas e negativas, onde as experiências ruins podem impactar nosso corpo de forma a provocar dores físicas e emocionais, causando doenças.A microfisioterapia é a técnica capaz de ler este mapa celular, repleto de memórias, identificar sua causa primária e  através de  micropalpação seletiva, promover o processo de auto-cura.

Nesta técnica a sensação que o fisioterapeuta procura no corpo do paciente é a perda do ritmo vital.  Os tecidos orgânicos possuem um ritmo vital que é perceptível à superfície da pele, pelo fisioterapeuta, identificado como  micromovimentos. 

Segundo a fisioterapeuta Dra. Fresia Sá, da Biointegral Saúde, as técnicas utilizadas em sua clínica, entre elas a Microfisioterapia,  acessam o subconsciente através do corpo para reabilitação dos tecidos corporais e ressignificação das crenças.

Segue abaixo algumas perguntas que fizemos à  Dra. Frésia pra sabermos um pouco mais sobre esta técnica!

Quais as principais consequências dos desajustes emocionais em relacionamentos?

Tudo depende do tipo de desajuste emocional do qual estamos falando. Pois, para cada tipo de desajuste, teremos determinada consequência. Nos relacionamentos entre pais e filhos, por exemplo, é muito comum haver desajustes que chamamos de desequilíbrios hierárquicos, que se configuram quando os filhos acham que cuidam dos pais, ou o contrário. As consequências desse exemplo de desajustes são variadas, podendo ir desde dificuldades com autoridades no trabalho até dificuldade, em estabelecer um relacionamento conjugal de sucesso, por achar que é responsável pelo cuidado com os pais.

Saúde emocional está ligada à maturidade emocional? E esta, por sua vez, tem relação com a faixa etária?

A Saúde emocional está ligada à disponibilidade de se conhecer, de aprender e se cuidar diariamente. Nada tem a ver com maturidade ou faixa etária, pois a saúde emocional é uma conquista diária.

Cada técnica terapêutica é utilizada para um fim específico?

Sim e não, pois cada técnica tem um objetivo especifico, mas eles podem obter resultados similares. Na verdade, a escolha diz mais respeito a cada indivíduo, de como ele se adequa a cada técnica.

E um tratamento que requer um período específico?

Sim, em média, os tratamentos precisam em torno de 4 a 6 sessões, dependendo da técnica e da resposta da pessoa ao processo.

Há uma mudança perceptível na qualidade de vida do paciente após o tratamento?

A percepção depende muito da mudança que se está buscando. Na maior parte dos casos, os pacientes relatam as mudanças e ficam muito satisfeitos.

Quais as principais queixas e dores das pessoas que chegam ao tratamento?

As queixas são muito variadas, mas as mais recorrentes, sem dúvida, são ansiedade/síndrome do pânico, depressão, alergias e dores em geral.

A microfisioterapia pode ser aplicada em qualquer idade e age na causa do problema e não no sintoma. 

 

 

Leia também: A cura de dentro pra fora.

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